PROGRAMA DE SÁBADO, 17 DE ABRIL:

9h00 – Sessão de abertura

9h15 – JOÃO COSTA, SEAE - Ensino, aprendizagem e avaliação na área das Ciências - fundamentos e perspetivas

10h30 – ISABEL P. MARTINS, UAVEIRO - Educação formal em Ciências da Terra e Ciências da Vida. Currículo vertical - tendências e perspetivas atuais

11h30 – Pausa

11h45 – HELENA SANT’OVAIA, UPORTO – O que aprender no século XXI: tendências e perspetivas abertas pelo Perfil dos Alunos (para a área das Ciências Naturais)


PROGRAMA DE SÁBADO, 24 DE ABRIL:

9h00 – LUÍS SANTOS, IAVE - Aprendizagens em Ciências da Terra e Ciências da Vida: Dados da Avaliação Externa – Provas de Aferição, Provas de Exames Finais Nacionais e Provas Internacionais (PISA, PIRLS, TIMSS)

10h15 - HELENA DAMIÃO, UCOIMBRA - O ensino no contexto do “currículo do futuro”: tendências e perspetivas no pós-pandemia

11h15 – Pausa

11h30 – ISABEL FESTAS, UCOIMBRA - Como aprendem as crianças e os jovens: contributos da psicologia cognitiva para o ensino e aprendizagem das Ciências Naturais

12H30 - Pausa para almoço

14h30 – CECÍLIA GALVÃO, ULISBOA - Tendências e perspetivas curriculares internacionais nas Ciências Naturais (Ciências da Terra e Ciências da Vida)

10h00 – Pausa

15h45 – DAVID JUSTINO, UNOVALISBOA - Objetivos curriculares e instrumentos de avaliação no ensino

15h30 – Pausa

16h45 – Sessão de Encerramento


PROGRAMA DE SÁBADO, 08 DE MAIO:

14h30 – WORKSHOPS

16H00 – Pausa

16h15 – WORKSHOPS

17h45 – Encerramento dos trabalhos

RUI SOARES

Num contexto atual de rápido desenvolvimento social e tecnológico é necessário que o sistema educativo desenvolva competências nos alunos para beneficiarem de novas formas de construção ativa do conhecimento. As TIC disponibilizam ferramentas para trabalhar em rede, nomeadamente através de software Wiki. Neste workshop apresentam-se a integração curricular e os impactes nos alunos de três atividades Wiki, em Biologia, através de um estudo de caso realizado numa turma do ensino secundário.


LUÍS MATIAS

Neste workshop serão apresentadas várias formas de participação das Escolas na observação sísmica, demonstrando-se algumas atividades com recurso ao computador pessoal e a ligação à Internet. Após uma curta introdução ao projeto português de Sismologia nas Escolas, serão apresentados os princípios de funcionamento dos sismómetros e o sistema de gravação de dados. Vários tipos de estacões sísmicas básicas podem ser construídas nas escolas ou compradas comercialmente. Iremos detetar, analisar e localizar um sismo recente usando o Jamaseis. Antes da sessão, os participantes terão de instalar o software e copiar os ficheiros de exemplo.

ANA PERPÉTUO

Nesta atividade vamos explorar materiais criados por alunos do secundário no âmbito da Geologia para alunos do 1.º ciclo. São atividades que envolvem a programação de robots e promovem o raciocínio computacional e jogos com perguntas em aplicações digitais.

MARGARIDA OLIVEIRA

Este projeto interdisciplinar envolveu seis disciplinas de uma turma de 8.º ano, e foi construído a partir de um problema, como podemos voltar a aproximar a população do rio? Procurou-se mobilizar conhecimentos, capacidades e atitudes em torno de um contexto local, contribuindo para o desenvolvimento de uma cultura de participação cívica. Para além de promover as aprendizagens dos conteúdos das disciplinas envolvidas, propiciou o desenvolvimento das competências previstas no Perfil dos Alunos.

GINA CORREIA

Nesta oficina serão dinamizadas atividades práticas que colocam em destaque as principais características da estrutura interna da Terra e algumas das evidências que temos para o seu conhecimento. Propostas que contribuirão para o ensino e aprendizagem de aspetos acerca do estado físico e espessura das camadas, e as dimensões da Terra. Estas atividades poderão ser realizadas em contexto curricular ou num clube de Ciência e requerem a utilização de materiais acessíveis e pouco dispendiosos.

MARTA AZEVEDO

Neste workshop, consubstanciado num projeto piloto europeu da European Schoolnet (BLOOM), explorar-se-á a implementação de estratégias promotoras de aprendizagens ativas com aplicação do conceito de BioEconomia na disciplina de Biologia e Geologia, em estreita articulação com Física e Química A.

BETINA LOPES, DIANA SOARES, ISABEL ABRANTES

Um dos recursos didáticos recomendados para aulas práticas no ensino secundário é o relatório do tipo “V de Gowin”. Este recurso, quando utilizado segundo os pressupostos de David Gowin e Jospeph Novak tem o potencial de promover aprendizagens significativas. Neste workshop problematiza-se a utilização do V de Gowin, à luz das principais modelos de aprendizagem, e exploram-se estratégias de abordagem, nomeadamente no que respeita à (formulação da) Questão-Problema.

LEONEL ROCHA

A investigação educacional evidencia que os alunos, à medida que progridem na escolaridade, fazem cada vez menos perguntas. Parece que a instituição escolar é percecionada como um local onde os alunos vão para aprender respostas a perguntas que não fazem. Se quisermos que os alunos aprendam a pensar, então temos de estimular a sua capacidade de fazer perguntas e melhorar a qualidade das mesmas. Propomos uma reflexão sobre a importância do questionamento no processo de ensino e de aprendizagem apresentando algumas estratégias práticas que podemos utilizar com os alunos em sala de aula presencial e/ou online.

MAGDA FERNANDES, HUGO GOMES, LUCAS CEZAR, FÁBIO LOUREIRO, EMANUEL DE CASTRO

Este workshop pretende demonstrar a importância dos Geoparks Mundiais da UNESCO na planificação e realização de visitas de estudo, uma vez que estas contribuem para a promoção da interdisciplinaridade e da flexibilidade curricular e constituem uma metodologia motivadora e facilitadora do processo de ensino-aprendizagem das Geociências, pois promovem o contacto com o património natural, permitindo que os alunos observem in situ os fenómenos geológicos e a biodiversidade, promovendo a sustentabilidade e o gosto pela natureza.